2022 - Planejamento tributário é fundamental



O clima de incertezas que começou em Março do ano passado com a pandemia, além das pressões no cenário tributário por reformas que não saíram do papel, pode deixar as coisas desafiadoras para a economia brasileira em 2022.


Houveram avanços, como o exemplo da aprovação da Tese do Século, que modulou a exclusão do ICMS da base de cálculo da Contribuição para PIS e da COFINS no STF (Supremo Tribunal Federal), trazendo assim um alívio para a comprometida margem do contribuinte e constituindo um importante avanço para a nossa legislação.


É como se diz, "a Deus o que é de Deus, a César, o que é de César".


Com essas questões em mente, precisamos adaptar nosso planejamento orçamentário ao aumento expressivo na carga tributária atual.


Uma grande aliada do planejamento é a simulação de cenários, que dimensiona o impacto de grandes alterações na rota da sua conformidade tributária para o próximo exercício.


Aqui, vale a pena verificar tanto a CBS (Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços), quanto a PEC 45, que ainda têm chances de serem sancionadas.


Mesmo que no caso da CBS ocorra um aumento na carga tributária para alguns setores, ao menos ambas simplificarão os processos de tributação existentes, economizando o expediente das empresas dedicado a essa atividade.


Diante desse cenário, a recomendação para as empresas é redobrar a atenção sobre as mudanças nos cálculos tributários e nas escriturações digitais a serem entregues ao Fisco, considerando os novos parâmetros do ICMS, uma tarefa complexa, mas indispensável diante do alto custo de inconformidade.


Para isso, é fundamental que as empresas contem com o apoio de soluções tecnológicas para se manterem atualizadas com as movimentações do setor fiscal.


São muitos os cenários planejados por empresas, economistas e Ministros, com uma única certeza em comum: todos devemos nos planejar.

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